De uso corrente no nosso quotidiano a palavra design tem sido muitas vezes entendida e utilizada como sinónimo de resultado visual, o que reduz grandemente o seu verdadeiro significado e campo de actuação.
O design não é somente aquilo que vemos, nem tão pouco é sinónimo de desenho, no entanto, este último assume um papel fundamental no processo de design.
Em sentido lato o design é entendido como uma metodologia (do projecto) que tem por função atingir um determinado objectivo e/ou resultado. Com o intuito de solucionar o problema que se lhe apresenta, o design tem como finalidade a optimização da relação forma – função (beleza e funcionalidade) e sua correcta adequação à necessidade que originou todo o processo. O resultado daí proveniente terá então um cariz marcadamente estético (se o entendermos enquanto belo útil). O design é assim um acto de (re)criação.
O design, ou melhor, o seu resultado, tornou-se indissociável do Homem, pelo que as áreas do design são muitas. Considera-se como principais áreas de design: design de ambientes (interiores, exteriores e paisagístico), design de comunicação (gráfico), design industrial/produto, e design de moda/têxtil.
Agregador de valor de produtos ou serviços, o design permite a conquista de novos mercados e o desenvolvimento de produtos diferenciados com alto nível de qualidade.