O design é por excelência agregador de valor de produtos e/ou serviços. Isto porque, a sua incorporação nas empresas, enquanto instrumento projectual, permite a obtenção de produtos e/ou serviços integrados, devidamente formulados, desenvolvidos e adequados à função, público-alvo e mercado para que foram originalmente criados.

Contudo, colocar no mercado, produtos e/ou serviços funcionais, seguros, acessíveis e com qualidade (características estas, de uma boa prática do design), por si só não garantem o sucesso desse mesmo produto e/ou serviço, quando a concorrência se posiciona a esse mesmo nível. Logo, para além da competição a nível de preços, é necessário implementar uma estratégia de diferenciação segundo uma abordagem comunicacional no campo do design gráfico. Esta abordagem passará pela concepção de uma série de elementos, nomeadamente de: identidade visual, embalagens, material promocional, entre outros, que terão assim o objectivo de atrair, e posteriormente fidelizar clientes.

Se para as empresas o design consiste num processo aturado de desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos e/ou serviços, para o cliente, entidade para qual deverá ser dirigido todo o processo, o design é interpretado como resultado final, produto e/ou serviço, que lhe facilita as tarefas diárias, e que introduz no seu meio dimensões estéticas e/ou simbólicas.